quinta-feira, 16 de julho de 2009
Concurso para a Prefeitura de Porto Velho
Será que o povo vai continuar acreditando que a Prefeitura de Porto Velho está realmente interessada em resolver o problema de saúde e educação de uma cidade que cresce desordenadamente e sem respeito à população?
Confira o edital: Concurso para Prefeitura de Porto Velho
É impossível entender um Conselho de Saúde sem médicos, diz presidente da FENAM
É impossível entender um Conselho de Saúde sem médicos”. A afirmação é do presidente da FENAM, Paulo de Argollo Mendes, que está preocupado com a possibilidade de exclusão da representatividade médica no Conselho Nacional de Saúde (CNS). Na opinião do dirigente, a participação dos médicos no CNS é indispensável.
“É difícil que se consiga manter um vínculo com a realidade e com entendimento do que está se passando na área da saúde se nós excluirmos quem é o principal ator desse processo, quem realmente detém o maior conhecimento a respeito das questões de saúde. Então, vejo com preocupação esse tipo de coisa”, afirmou Argollo.
De acordo com o presidente da FENAM, a entidade espera contar com o apoio do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, para a reversão desse quadro. “Vamos acabar tendo um Conselho completamente ilhado, tratando consigo mesmo dos seus assuntos, porque vai perder o contato com a realidade. Tenho muita esperança, e inclusive contamos com o bom senso e a sensibilidade do ministro (José Gomes Temporão), que se reveja esse tipo de posição. A nossa perspectiva é a de que as entidades médicas continuem a ter representação, porque para o Conselho a participação dos médicos é indispensável”, concluiu.
domingo, 12 de julho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Salário mínimo do médico: relatora quer debater projeto com a FENAM, CFM e AMB
Representantes das três entidades médicas nacionais – FENAM, Conselho Federal de Medicina e Associação Médica Brasileira -, vão se reunir no próximo dia 8, quarta-feira, com a deputada Sandra Rosado (PSB-RN) para debater o Projeto de Lei 3734/08, que fixa o salário mínimo profissional para médicos e odontólogos.
A deputada, que é relatora do projeto, quer que as entidades manifestem o posicionamento oficial da categoria para depois apresentar seu parecer na Comissão de Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara. A reunião estava marcada para primeiro de julho, próxima quarta-feira, mas foi adiada por conta das eleições regionais do CFM, que acontecem nos dias primeiro e 2.
“Quero, antes de tudo, saber o que pensa a classe médica sobre a proposta do meu colega Ribamar Alves (PSB-MA) e, se for o caso, até aprimorar o texto com base nas reivindicações da classe”, enfatizou a parlamentar.
O projeto foi aprovado por unanimidade na Comissão de Trabalho Administração e Serviço Público e agora tramita em caráter conclusivo na CCJ. Isso significa que se a deputada apresentar parecer favorável, a proposição segue direto para o Senado Federal. Durante o prazo para emendas na CCJ, apenas o deputado José Linhares (PP-CE) apresentou. O parlamentar propõe que o piso salarial passe a valer de acordo com as convenções coletivas de trabalho, o que dependerá diretamente da ação sindical da classe.
Sandra Rosado, afirmou que ainda não decidiu se vai acatar ou não a emenda de Linhares. “Quero saber o que pensam os interessados na proposta. Depois disso, é que vou formular meu parecer”, esclareceu. O PL 3734/08 fixa em R$ 7 mil o piso salarial dos médicos e em R$ 31,81 o valor por hora trabalhada. Atualmente, o piso salarial dos médicos vigora com base na Lei 3999/61, que prevê remuneração estimada em três vezes o salário mínimo vigente, o que hoje corresponde a R$ 1.245,00.
O encontro da deputada Sandra Rosado com os representantes das entidades médicas vai acontecer às 17h, na sala de reuniões da Mesa Diretora da Câmara, em Brasília.
Por: Taciana Giesel - FENAM
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Aprovada na Comissão de Seguridade Social e Família as 30 horas da Enfermagem
Foi aprovado no dia de ontem (24/06) na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados a redução da Jornada de Trabalho dos Profissionais de Enfermagem para 30 horas. O Deputado Mauro Nazif considerou essa vitória muito importante. O projeto encontrava-se há cinco anos na Comissão sem qualquer manifestação. Após o evento realizado na Câmara dos Deputados em 25/03, quando ocorreu audiência pública, considerada o maior ato dos últimos 22 anos na Câmara, com a presença de mais de 3.000 profissionais da enfermagem, a casa começou a se mobilizar e a exigir do relator da matéria, Deputado Arnaldo Faria de Sá, o relatório final. Ontem, dia 24/06, aconteceu a votação que aprovou o projeto por unanimidade dos presentes.
Mauro Nazif entende que foi dado um grande passo para que se possa reparar a injustiça que acomete a categoria da Enfermagem. Vários já possuem esse direito assegurado em lei, como Médicos, Fisioterapeutas e outras categorias.
Agora o Projeto será encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça e Mauro Nazif conclama a toda a categoria para continuar lutando.
Gabinete Dep. Mauro Nazif
domingo, 14 de junho de 2009
A luta continua!
Entenda melhor o PCCS elaborado pela FENAM, CFM e AMB em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) que visa melhorar a carreira médica no setor público e privado.
http://web.fenam2.org.br/tv/showData/385702
sexta-feira, 12 de junho de 2009
GOVERNO ANUNCIA QUE JUSTIÇA DETERMINOU FIM DA GREVE NA SAÚDE
Fonte: Rondoniagora.com
XII CONGRESSO MUNDIAL DE SAÚDE PÚBLICA - Istambul / Turquia


Em maio teve lugar em Istambul, Turquia, o XII Congresso Mundial de Saúde Pública, com a participação de vários representantes brasileiros, dentre os
quais o nosso Presidente do SIMERO, Otino Araújo, a convite da FENAM.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Médicos vão debater com senador Paulo Paim a situação da saúde no Brasil

O Senado Federal vai realizar, no dia 7 de julho, em Brasília, uma audiência pública para discutir a situação da saúde no Brasil e o trabalho médico. O pedido para a realização da audiência foi feito por dirigentes do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro e da Federação Nacional dos Médicos. Na última segunda-feira, dia 8, Paulo Paim recebeu para uma reunião em seu gabinete o presidente da FENAM, Paulo de Argollo Mendes, e o presidente do SinMed-RJ, Jorge Darze, que sugeriram o tema ao senador.
Projeto do salário mínimo profissional do médico tem nova relatoria
Fonte : FENAM - Taciana Giesel, com edição de Denise Teixeira
terça-feira, 9 de junho de 2009
Carta aberta à população - Médicos apoiam greve da saúde em Rondônia
Médicos de Rondônia
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Ministro Temporão comenta piso para médicos
Durante a cerimônia de abertura da Feira Hospitalar 2009, considerada a segunda maior do gênero no mundo, que ocorreu, na última terça-feira, 2 de junho, em São Paulo (SP), o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, enfatizou a importância da aprovação da Emenda 29, que estabelece de onde partirão os recursos para financiamento da saúde pública e as atribuições do Governo Federal, dos estados e dos municípios nesse setor.
O ministro lembrou que, com a não aprovação da prorrogação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) no Senado, no ano passado, o orçamento do Ministério ficou em R$ 56 bilhões para 2009. Segundo ele, com a contribuição, poderia ter chegado a R$ 92 bilhões, o que facilitaria contemplar situações como a atual greve dos médicos em São Paulo.
Questões como essas, explicou o ministro, poderiam estar em um novo patamar. Ele afirmou que apóia e acha justa a criação de um piso nacional de remuneração para a categoria. No entanto, não considera que seja possível atender à demanda no cenário atual. "Sem a regulamentação da Emenda 29 e sem a garantia dos recursos para a saúde, dificilmente eles vão conseguir conquistar esse piso. Diante do orçamento que existe do governo, é impossível", disse. Para ele, a aprovação do texto permite que o assunto seja discutido em outro contexto. O ministro também lembrou há autonomia dos estados e municípios para atender esse assunto.
O ministro afirmou também que o setor saúde tem sido um contraponto à atual crise financeira internacional. "Este é um momento em que profissionais de saúde, gestores, empresários se encontram para discutir aspectos do atendimento à saúde, novas tecnologias no campo da gestão e da segurança, infra-estrutura em serviços de saúde. Então, é importante a presença de mais de 30 países aqui e o fato de a feira ser 20% maior que a do ano passado", disse Temporão. "Em um momento de crise, o que chama a atenção é termos a saúde como um componente importante na política social, mas também no desenvolvimento, empregos e riqueza."
Para o ministro, a saúde, devido ao tamanho do território brasileiro, à população e à abrangência de sistema público, pode ser um motor para enfrentar a crise. A abertura da 16ª edição da Hospitalar - Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios - ocorreu no final da manhã no Expo Center Norte. O secretário estadual de Saúde de São Paulo, Luiz Roberto Barradas, e o secretário municipal de Saúde, Januário Montone, participaram do lançamento, organizado pela presidente da Hospitalar, Waleska Santos.
Com 1,2 mil expositores de 32 países e mais de 3 mil importadores, a previsão é de 78 mil visitantes nos cinco dias de feira. A forte presença de expositores e os visitantes de outros países aguardados na Hospitalar 2009 confirmam a percepção estrangeira de atratividade do mercado brasileiro - 40% dos expositores da Hospitalar são empresas internacionais.
INCENTIVO - Há dois anos, o Ministério da Saúde vem se empenhando em estimular o setor produtivo nacional, por meio de crédito (BNDES), inovação regulatória (poder de compra do Ministério da Saúde, identificação dar prioridades de investimento e parcerias) e investimentos (R$ 68 milhões anuais para os laboratórios públicos, ante R$ 9,7 milhões, em 2002).
Um dos resultados foi o anúncio, em 1º de abril deste ano, que o Ministério da Saúde firmou nove parcerias entre sete laboratórios públicos e 10 empresas privadas para a produção de 24 fármacos a serem utilizados por pacientes do SUS. A estimativa é de economia média de R$ 160 milhões por ano com as novas parcerias. É uma medida que também contribui para fortalecer a indústria nacional de saúde.
A partir da parceria, por exemplo, o país passará a produzir 100% do consumo do antiretroviral Tenofovir. Esse será o 9º medicamento do coquetel contra a aids produzido por laboratórios públicos nacionais. Entre os 24 fármacos estão incluídos produtos indicados para o tratamento da AIDS, tuberculose, asma, hemofilia, e redução de colesterol, além de imunossupressores (transplantes), antipsicóticos e contraceptivos de última geração.
CENÁRIO - Os organizadores da Hospitalar 2009 levantaram informações junto a empresas privadas nacionais e estrangeiras para mostrar o bom desempenho do setor saúde no Brasil, mesmo em um contexto de crise financeira mundial. Entre as informações colhidas está a confirmação do aumento da participação da unidade brasileira da Siemens junto à matriz da empresa, dado o crescimento acima da média do mercado de saúde no Brasil.
Em recente anúncio do plano de investimento mundial, a GE destaca o Brasil entre as quatro regiões prioritárias para as empresas. A norte-americana Steris aumentou em 30% os investimentos dedicados à participação na Feira Hospitalar. A Sony do Brasil anunciou que concentrará na feira em São Paulo todos os seus lançamentos para a América Latina.
Em 2008, as empresas filiadas à Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (ABIMO) venderam no mercado brasileiro R$ 6,8 bilhões, crescimento de 4% em relação a 2007. Já A Associação Nacional dos Hospitais Privados (ANAHP) identifica a realização de investimentos acima da média em expansão de instalações, compra de equipamentos e treinamento de equipes.
Em São Paulo, o Grupo Bandeirantes inaugurou o Hospital Leforte, especializado em medicina de emergência resolutiva com atendimento integral a pacientes adultos e pediátricos de alta complexidade. Dois dos maiores hospitais de São Paulo anunciaram recentemente projetos de expansão. O Sírio-Libanês, que começa no fim do ano a construção de uma nova torre de 18 andares, com 52 mil m² e um investimento de R$ 350 milhões. Outros R$ 200 milhões estão sendo destinados à reforma dos prédios já existentes.
O Hospital Israelita Albert Einstein, por sua vez, anunciou investimento de R$ 1,2 bilhão até 2012, com a construção de três novos prédios. Também estão investindo em melhorias estruturais e tecnológicas os hospitais Oswaldo Cruz e Samaritano. O Oswaldo Cruz vai construir um novo edifício com o investimento de R$ 86 milhões e, ainda neste semestre, inaugura o Instituto da Próstata, primeiro centro especializado do país.
O Samaritano investe em um prédio de 15 andares com pavimentos flexíveis, permitindo que se faça uma nova UTI ou novos quartos com adaptações rápidas a qualquer momento. O Hospital Nossa Senhora Lourdes também será ampliado. Recentemente ganhou um novo prédio com 219 leitos e recebeu investimentos de R$ 42 milhões. A meta para os próximos anos é investir mais de R$ 28 milhões na expansão do Hospital da Criança, do Centro Diagnóstico e do Centro de Medicina Integrada, que abrigará o futuro hospital de especialidades.
Fonte: Agência Saúde / MS
CGTB solidária com médicos. Conselho de Saúde sem médicos é capenga!
A luta da classe médica pela dignidade profissional e por uma saúde pública de qualidade não se resume a questões econômicas de emprego, salário e renda e à luta por melhores condições de atendimento, em prol do trabalho decente para os médicos, com repercussões positivas sobre quem usa os serviços de saúde. Ela também tem uma frente política. A participação de representantes de entidades médicas em foruns de discussão, comissões e conselhos de saúde tem sido uma luta constantes dos representantes dos médicos, em todo território nacional. Recentemente assistimos a uma grande distorção. Nenhuma entidade médica participará do próximo Conselho Nacional de Saúde. Essa evidente aberração merece reprovação de amplos setores da sociedade civil. A CGTB, Confederação Geral dos Trabalhadores do Brasil, manifestou em Nota Oficial, seu apoio às entidades médicas e seu repúdio a essa grave distorção. Outros dirigentes sindicais também tem manifestado sua solidariedade e apoio à classe médica. Sem dúvida, a exclusão de entidades médicas, além de medida discriminatória, enfraquece bastante a representatividade do Conselho Nacional de Saúde diante da opinião pública e da classe médica. Ninguém, movido pelo bom senso e dotado de mediana inteligência, aceita que questões de saúde sejam discutidas sem os médicos. O médico está para a unidade de saúde como o piloto para o avião, como o motorista para o ônibus, o maquinista para o trem, o farmacêutico para a farmácia, o dentista para o seu gabinete. Formam uma unidade laborativa indissolúvel e necessária. E isso não há quem possa, de boa fé, negar. Portanto, é inadmissível um Conselho Nacional de Saúde sem médicos. Será um Conselho de saúde capenga! A nota de apoio da CGTB pode ser vista em: http://www.scribd.com/doc/15730809/NOTA-da-CGTB-referente-a-exclusao-entidades-medicas-no-proximo-Conselho-Nacional-de-Saude-a-ser-eleito A notícia sobre a exclusão de representantes de entidades médicas no Conselho Nacional de Saúde está em: http://portal.fenam2.org.br/portal/showData/385570
quarta-feira, 3 de junho de 2009
FENAM lança plano de carreira para os médicos no Sistema Único de Saúde
Segundo Waldir Cardoso, diretor da Federação e que coordenou o projeto na entidade, o PCCV não contempla apenas os médicos, mas toda a população brasileira, pois uma de suas características principais é possibilitar que cidades onde hoje não há atendimento por falta de profissionais passem a ter esse tipo de serviço, a partir do momento em que os médicos terão uma carreira.
O lançamento do plano será no dia três de junho, às 14 horas, na sede da FENAM, que fica na avenida Franklin Roosevelt, 84, grupos 803 e 804, Centro, Rio de Janeiro. Autoridades do setor de saúde foram convidadas para o evento, que contará com a participação de representantes de todas as entidades representativas da classe médica.
Informações:
Denise Teixeira – jornalista
Coordenadora de Comunicação da FENAM
(21) 2240-6739 e 9291-8886